César Diogo   -  é meu aluno
  Mas,  para mim não é César Diogo
         Para mim é o Diogo...
   O Diogo que eu vi nascer...
         crescer com as sua traquinices e que traquinices...
   O Diogo que tinha "saídas" espectaculares e que hoje relembramos com  sorrisos
   Mas  o Diogo foi crescendo, crescendo...  
         e para meu espanto,  alegria e porque não, com uma certa vaidade...
         o Diogo foi revelando capacidades enormes a nível da expressão artística.
 
         E, como todo o artista, sim porque o Diogo é já um artista...
               assina os seus quadros como    César
   
 
 
   

Palavras Soltas

 

 (Rabiscos da infância do Diogo)

 
Mãe...

   
       Faz um desenho...  
       Põe as árvores a dançar!  
       Um golfinho a saltar  
    

     

      Quanto esforço!  
      Em vão!  
      A "pintura", o desenho, ou esboço  
      era sempre reprovado!  
              Gritava: NÃO!  
 Ao rondar os cinco anos...

   
      já que a mãe não conseguia,  
      houve que inventar!...  
 

      Pintou as ondas,  
           Desenhou o Sol,  
              Colocou o barco a boiar.  
                   Quis que ele andasse...  
     tão simples!

     Uma tesoura, à mão, uma toalha também!  
     Deve ter pensado:  
           "... uma vela e ele vai navegar!"  
   

Cortou, colou e gritou:

 
   
Mãe... o barquinho tem vela!
                                                                    Vou com ele passear!
                                                (e a mãe pensava...)